Pular para o conteúdo principal

Do Big Bang ao agora em 8 passos - 1ª parte

A teoria mais aceita para aceitar a origem e a evolução do nosso universo é o Big Bang, que afirma que o cosmo iniciou com um ponto incrivelmente quente e denso à aproximadamente 13,7 bilhões de anos. Então como o universo pode passar de um ponto tão ínfimo para a imensidão que é hoje?
Como tudo começou

O Big Bang não foi uma explosão, como o nome da teoria sugere, mas sim a expansão de um ponto em um determinado momento por razões ainda não conhecidas. Esse ponto era uma singularidade, cuja temperatura e densidade eram infinitas. Antes disso, não sabemos o que aconteceu, mas através de sofisticadas missões espaciais, telescópios terrestres e complexos cálculos, os cientistas trabalharam muito durante as últimas décadas para pintar um quadro mais claro do início do universo e sua evolução.
Os dados mais precisos a respeito do Big Bang vêm da radiação cósmica de fundo, que contem o brilho da luz e a da radiação proveniente do evento primordial do universo. Essa relíquia do Big Bang permeia por todo o universo é pode ser observada com detectores de microondas, permitindo aos cientistas reunir dados do início do universo, como sua idade, equivalente à aproximadamente 13,7 bilhões de anos.
Inflação
O segundo mais importante da história do universo certamente foi o primeiro de todos. Quando este tinha um centésimo de bilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo, ele passou por um surto de crescimento inimaginável. Durante esse período denominado de inflação, o universo cresceu de forma exponencial e aumentou seu tamanho pelo menos umas 90 vezes.

Após esse período, o universo passou a resfriar gradativamente, ficando mais frio e menos denso. Após o término da inflação, o universo continuou crescendo, mas num ritmo muito menor. Com o espaço ampliado, a matéria já podia se formar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cobrança: Um breve resumo sobre prescrição de dívida.

Por Ubiratan Dib     É muito comum que tanto consumidores como profissionais da área de cobrança tenham dúvidas sobre o assunto prescrição de dívida, também popularmente conhecido como “caducar”. Vamos tentar esclarecer o assunto da forma mais didática e abrangente possível. Conforme definido pela legislação, a prescrição representa a perda do exercício de recorrer através de ação judicial – um direito que o credor tem em face ao devedor num determinado prazo. Para facilitar o entendimento, quando falamos, por exemplo, de um contrato de concessão de crédito, o prazo prescricional passa a ser contado a partir da inadimplência do devedor. E em relação ao famoso prazo de cinco anos que todos falam e comentam, ele existe mesmo? O credor não pode cobrar mais a dívida depois deste prazo? E o apontamento do nome do consumidor inadimplente, não pode ficar mais registrado nos órgãos de proteção ao crédito após este prazo? Sem dúvida, a mistura dos assuntos é a grande gerado...

Quer trabalhar no Google? Veja como é o recrutamento

São Paulo -- "O slogan de uma campanha publicitária para um xampu da Head & Shoulders nos anos 80 era ‘Você jamais terá uma segunda chance para causar uma primeira impressão’. Infelizmente, ele sintetiza como funciona a maioria das  entrevistas de emprego . Muito já se escreveu sobre como ‘os primeiros 5 minutos’ são o que realmente importa, como entrevistadores fazem avaliações iniciais e passam o restante da entrevista trabalhando para confirmá-las. Se eles gostam da pessoa, procuram razões para gostar mais. Se não gostam de seu aperto de mão ou de sua apresentação, a entrevista praticamente acabou porque eles passam o restante do tempo procurando razões para rejeitá-lo. Esses pequenos momentos de observação que são usados para tomar grandes decisões são chamados de ‘fatias finas’. Um estudo da Universidade de Toledo mostrou que julgamentos feitos nos primeiros 10 segundos de uma entrevista poderiam prever o resultado da entrevista. O problema é que...

EU NÃO QUERO AS MELHORES PESSOAS, EU QUERO O MELHOR DAS PESSOAS _GESTÃO DE PESSOAS.

Outro dia quando ouvi alguém mencionar em uma reunião a ideia consagrada de que as melhores pessoas trarão os melhores resultados, resolvi prestar mais atenção e pensei: Será que eu sou a melhor pessoa para a minha empresa? E se não for? Como eu vou saber? Como eles vão saber?  Estas perguntas me atordoaram um pouco até que em um diálogo com gestores de outras empresas, muitos confessaram que se tivessem de passar pelo processo seletivo dos funcionários que eles contratam, provavelmente não seriam contratados.  Por causa disso, a reflexão bateu mais forte. Caramba, estas pessoas trouxeram a empresa até aqui, construíram coisas incríveis, alcançaram desafios insanos e revelam este episódio como se não houvesse um lugar para elas. Porque apenas as melhores pessoas são queridas nesta realidade e elas não se reconhecem como sendo uma delas.  Existem as pessoas melhores para cada diferente situação.”   Fiquei pensando que se existisse uma empresa que realme...